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‘O povo não pode eleger ao Senado quem teve oportunidade de fazer e não fez’, diz Hissa





Candidato pela primeira vez a uma das vagas do Senado, o deputado federal Hissa Abrahão (PDT) afirmou que a população amazonense tem que abrir os olhos para não se deixar levar pelo discurso de políticos que não têm o pensamento alinhado às reais necessidades políticas, econômicas e sociais do estado.

O parlamentar comentou que há mais de 20 anos o povo vem sofrendo as mazelas de um má administração pública e falta de vontade política em colaborar com projetos que façam evoluir em todos os aspectos, os setores da cidadania. Segundo o presidente do Partido Democrático Trabalhista no estado, já passou o tempo da população se conformar com promessas de ex e atuais senadores, que brincam com os planos de melhoria de vida das pessoas.

“Nós vivemos um drama na nossa sociedade com pais de famílias endividados e sem oportunidades nenhuma de sustento. O povo está cansado disso, e de  mentiras e políticos malintencionados que só pensam em reeleição para não sair do poder; e quando tem  a oportunidade de provar que estão ao lado do povo, vão lá no Planalto e votam a favor  de propostas absurdas como a Reforma Trabalhista, que não tem benefício nenhum ao trabalhador de classe média. O povo não pode eleger ao Senado quem já teve oportunidade de fazer e não fez”, apontou Hissa.

PEC da morte

Um outro ponto que o candidato ao Senado pelo PDT também comentou foi a questão da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, que ficou popularmente conhecida como a “PEC da morte”, por congelar os investimentos público na saúde, educação entre outros setores por 20 anos e teve aprovação da Câmara dos deputados de candidatos ao Senado pelo estado.
“É muita cara de pau um candidato ao Senado dizer que tem propostas para a educação e saúde; mas votar a favor dessa tragédia. Como vai mostrar soluções para o ensino defasado e para a saúde pública desfavorável que o país apresenta, se nem sequer tentou reivindicar essa ação?”, questionou o deputado federal Hissa Abrahão, que foi contrário à proposta.

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