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Suspeitas de “Fraudes nas Licitações” da Saúde do Amazonas










Tem algo de podre cheirando mal, nas licitações e contratos feitos pela Comissão Geral de Licitação do Amazonas (CGL), no que se refere ao serviço de imagens nos hospitais do Estado, especificamente os que envolvem a empresa Diagmax Serviços Médicos S/S Ltda. Ou seja, a saúde do Estado continua ‘em maus caminhos’ no governo de Amazonino Mendes.
De acordo com empresários do setor, prejudicados pela ação nociva de um grupo interno da Secretaria de Saúde do Estado (Susam), a empresa prestadora de saúde do tipo Clínica Médica, apta para os serviços de Radiologia, Radiografia com Contraste, Angiografia, Mamografia, Tomografia Computadorizada está com seu contrato vencido há mais de quatro meses, mas continua operando nas unidades de Saúde do Estado normalmente e recebendo regularmente, mediante uma ‘armação’, entre o proprietário da Diagmax e diretores financeiros e administrativos da Susam, nas unidades.
Um desses casos está acontecendo na unidade de saúde “Chapot Prevost”, que fica localizada na Colônia Antônio Aleixo. Nessa unidade, a CGL já finalizou o processo licitatório e encaminhou o contrato para assinatura, mas o gerente administrativo e financeiro da unidade por nome de “Carlos” não aceitou.
Carlos disse ao proprietário da empresa vencedora da licitação para prestação de serviço de limpeza e conservação naquela unidade, com menor valor, que não assinaria a ordem da CGL e, também não deu explicação da sua recusa.
Entenda a trama
O sócio da Diagmax Serviços Médicos S/S Ltda, dr. Gadelha também é sócio da Beneficente Portuguesa. Ou seja, a Diagimax está no setor de imagem da Beneficente Portuguesa, que hoje faz uma cruzeta com outra empresa do setor, para prestar serviços como se fosse para a empresa de sua sociedade, e receber regularmente do Estado, mesmo estando com sua documentação irregular e com contrato vencido.
Em outro caso, o governo Amazonino Mendes fez uma ‘dispensa de licitação no Pronto Socorro 28 de Agosto, por 90 dias, homologada no dia 31 de agosto, pela diretora Geral Cláudia Teixeira. Ocorre que: essa dispensa não poderia ter acontecido, uma vez que, já existia uma empresa habilitada por licitação da CGL desde o dia 13 de junho de 2018.
“Se já existia uma empresa apta para assumir os serviços de imagem do Pronto Socorro 28 de Agosto, com uma empresa que ganhou a licitação com menor valor, porque o governo fez a dispensa de licitação e pagando um valor maior? Seria para favorecer a Diagmax, aos diretores financeiros e os administrativos da Susam?, questiona um sócio proprietário de empresa vencedora do certame.
Existe também a questão das várias ações trabalhistas envolvendo a empresa Diagmax na Justiça do Trabalho. Para burlar a justiça, o sócio da Diagmax transfere as responsabilidades para a Cooperativa de Trabalho dos Técnicos e Tecnólogos em Radiologia de Manaus (Radiocoop), que opera na capital, tanto no quesito serviço, quando trabalhista, com a terceirização da mão de obra, sem a obrigatoriedade dos pagamentos dos direitos dos funcionários.
Para empresários do setor, enquanto o governo fecha os olhos para a ‘formação de quadrilha na Saúde do Estado’, empresários e diretores de unidades transitam normalmente nos setores financeiros para tirar proveito da inoperância administrativa do governo de Amazonino Mendes, igual a de governo anteriores, onde aconteceram escândalos, que resultaram em prisão de chefe de governo a diretores hospitalares e empresários.
“A continuar assim, a Polícia Federal e o Ministério Público terminarão por entrar com outra operação na saúde do Estado, prendendo tanto empresários, administradores estaduais quanto o próprio governador”, lamenta o empresário prejudicado pela trama existente na saúde do Amazonas.
Toda a documentação, com datas da licitação, empresa, contratos e serviços prestados, a seguir:

Fonte: Correio da Amazônia

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