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Sobe para 67 casos confirmados de coronavírus no Amazonas, mais dois municípios foram afetados

Além de Manaus e Parintins, Boca do Acre e Santo Antônio do Içá tiveram casos confirmados

O Governo no Amazonas confirmou nesta quinta-feira (26) 67 casos do novo coronavírus no estado. Em coletiva de imprensa on-line, a diretora da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM), Rosemary Costa Pinto informou que 18 outros casos suspeitos estão em análise.

Dos 67 confirmados, sete estão internados: um no Hospital Delphina Aziz - que se tornou a unidade de referência da Covid-19 no estado - e seis em hospitais privados em Manaus.

O interior teve mais confirmações de casos: além dos dois registrados em Parintins, um foi confirmado em Santo Antônio do Içá, e outro em Boca do Acre - cuja confirmação foi realizada em Rio Branco.

Na última terça-feira (24), morreu o primeiro paciente com Covid-19 no Amazonas. A vítima era um homem de 49 anos, de Parintins - o primeiro caso confirmado da doença no interior do estado.

Segundo o governo, o paciente era portador de hipertensão arterial sistêmica. Entre os casos confirmados está a viúva do morador de Parintins. De acordo com o governador do Amazonas, Wilson Lima, ela está em isolamento domiciliar na capital e tem quadro estável.

Medidas

Entre as medidas restritivas mais importantes anunciadas pelo governador do Amazonas, Wilson Lima, está o fechamento do comércio no estado de serviços que não sejam considerados essenciais.

"Se ficarmos em casa, vamos cortar a circulação do vírus. Quanto antes fizermos isso, mais cedo vamos retomar nossas atividades. Ter pessoas nas ruas não ajuda a recuperar a economia. É necessário sacrifício de todos", explicou Rosemary.

A partir desta quinta-feira (26), todas as pessoas que passaram pelo aeroporto de Manaus devem entrar em quarentena.

Todos eles, assim como os outros casos suspeitos já identificados, serão monitorados por um aplicativo que vai ser disponibilizado pelo governo. Nele, os pacientes em isolamento social irão atualizar sintomas, para que haja acompanhamento direto da FVS.

No mesmo decreto, sairá a ordem de que agentes da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas passem a ter poder de polícia. "Isso vai ser importante para que eles estejam nas ruas com esse empoderamento", comentou Wilson.

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